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quarta-feira, 17 de julho de 2013

IPEA: Seminário: Juventude e risco: perdas e ganhos sociais na crista da população jovem

IPEA: Seminário: Juventude e risco: perdas e ganhos sociais na crista da população jovem

Repasso para conhecimento e divulgação geral, o estudo do IPEA a respeito do custo da Juventude Perdida no Brasil.
O Estudo servirá para a elaboração do Plano Estratégico da Agenda 21 de Taguatinga na área da Juventude local, que deverá receber estudos locais, inclusive relacionados aos ODM - Objetivos do Milênio no Distrito Federal.
Att.,


DFTV - Violência no DF - reportagem 03062013

DFTV - Violência no DF - reportagem 03062013



Repasso link sobre a violência no DF e tomada das providências em relação a Segurança Pública no DF e em Taguatinga.


II Fórum sobre drogas ilícitas do DF

II Fórum sobre drogas ilícitas do DF


SECRETARIA DE JUSTIÇA, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA Subsecretaria de Políticas Sobre Drogas- SUBAD Comitê de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Conselho de Política sobre Drogas do Distrito Federal ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- LOCAL: AUDITÓRIO DOM JOÃO VI - IMPRENSA NACIONAL- SIG - BRASÍLIA- DF DATA: 30/08/2013 HORÁRIO DE ABERTURA: 8:30h Credenciamento INTERVALO: 12:00h às 14:00h ENCERRAMENTO: 17:00h ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- TEMAS ABORDADOS JUVENTUDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS ILÍCITAS Por que eles se envolvem? A redução do tráfico de drogas na segurança pública O crack e suas consequências nas escolas e na sociedade A Redução de danos e o resgate do adolescente A família como principal agente de prevenção

 
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SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA DO DF
Subsecretaria de Políticas sobre de Drogas- SUBAD
TEL: 2104-1821

CB - Traficantes distribuiriam duas toneladas de droga no DF e Entorno, diz PF - 08072013


Traficantes distribuiriam duas toneladas de droga no DF e Entorno, diz PF 

A apreensão da maconha é considerada a maior da historia do DF

Luiz Calcagno
Publicação: 08/07/2013 17:40 Atualização: 08/07/2013 20:14
A maconha, com possível origem paraguaia, veio transportada do interior do Mato Grosso (Daniel Ferreira/CB/D.A Press)

A maconha, com possível origem paraguaia, veio transportada do interior do Mato Grosso

As duas toneladas de maconha e 300 kg de cocaína aprendidas pela Polícia Federal na manhã do último domingo (7) pertenciam a uma grande quadrilha de traficantes do Distrito Federal, segundo a Polícia Federal. A droga foi interceptada na manhã do último domingo (7/7) em uma estrada de terra entre Sobradinho II e Brazlândia. O material estava em um fundo falso de um caminhão.

"Traficantes do DF e Entorno se uniram para fazer a distribuição dessa grande quantidade de drogas. O produto seria descarregado no Entorno e distribuído para toda região", disse o delegado Marcelo Mosele, superintendente regional da PF.

O caminhão interceptado, por ter sido utilizado para o transporte de drogas, será confiscado em favor da União. Além da droga, foram encontrados no caminhão munições calibre 9mm e acessórios de uma pistola.

O motorista do caminhão fugiu com outros dois suspeitos. Eles estavam em uma Saveiro, que acompanhava o transporte da maconha. "Fugiram porque avistaram um carro da PF. Estão sendo procurados pelo helicóptero  e vários homens da PM e PF", contou Mosele.

Leia mais notícias em Cidades 

Já era de conhecimento da PF que a quadrilha revenderia a droga para traficantes de Brasília e Entorno. A maconha, com possível origem paraguaia, veio transportada do interior do Mato Grosso.

Essa foi a maior apreensão de maconha no DF da história. Contando com ela, foram apreendidos em torno de 3 toneladas de maconha e 300 kg de cocaína no Distrito Federal desde o início do ano.
F  

As manifestações de junho de 2013


As manifestações de junho de 2013 na cidade de São Paulo
por Marilena Chaui, via e-mail
Observações preliminares
O que segue não são reflexões sobre todas as manifestações ocorridas no país, mas focalizam principalmente as ocorridas na cidade de São Paulo, embora algumas palavras de ordem e algumas atitudes tenham sido comuns às manifestações de outras cidades (a forma da convocação, a questão da tarifa do transporte coletivo como ponto de partida, a desconfiança com relação à institucionalidade política como ponto de chegada) bem como o tratamento dado a elas pelos meios de comunicação (condenação inicial e celebração final, com criminalização dos “vândalos”) permitam algumas considerações mais gerais a título de conclusão.
O estopim das manifestações paulistanas foi o aumento da tarifa do transporte público e a ação contestatória da esquerda com o Movimento Passe Livre (MPL), cuja existência data de 2005 e é composto por militantes de partidos de esquerda. Em sua reivindicação especifica, o movimento foi vitorioso sob dois aspectos: 1. conseguiu a redução da tarifa; 2. definiu a questão do transporte público no plano dos direitos dos cidadãos e, portanto, afirmou o núcleo da prática democrática, qual seja, a criação e defesa de direitos por intermédio da explicitação (e não do ocultamento) dos conflitos sociais e políticos.
O inferno urbano
Não foram poucos os que, pelos meios de comunicação, exprimiram sua perplexidade diante das manifestações de junho de 2013: de onde vieram e por que vieram se os grandes problemas que sempre atormentaram o país (desemprego, inflação, violência urbana e no campo) estão com soluções bem encaminhadas e reina a estabilidade política? As perguntas são justas, mas a perplexidade, não, desde que  voltemos nosso olhar para um ponto que foi sempre o foco dos movimentos populares: a situação da vida urbana nas grandes metrópoles brasileiras.
Quais os traços mais marcantes da cidade de São Paulo nos últimos anos e que, sob certos aspectos, podem ser generalizados para as demais? Resumidamente, podemos dizer que são os seguintes:
– explosão do uso do automóvel individual: a mobilidade urbana se tornou quase impossível, ao mesmo tempo em que a cidade se estrutura com um sistema viário destinado aos carros individuais em detrimento do transporte coletivo, mas nem mesmo esse sistema é capaz de resolver o problema;
– explosão imobiliária com os grandes condomínios (verticais e horizontais) e shopping centers, que produzem uma densidade demográfica praticamente incontrolável além de não contar com uma redes de água, eletricidade e esgoto, os problemas sendo evidentes, por exemplo, na ocasião de chuvas;
– aumento da exclusão social e da desigualdade com a expulsão dos moradores das regiões favorecidas pelas grandes especulações imobiliárias e o conseqüente aumento das periferias carentes e de sua crescente distância com relação aos locais de trabalho, educação e serviços de saúde. (No caso de São Paulo, como aponta Hermínia Maricatto, deu-se a ocupação das regiões de mananciais, pondo em risco a saúde de toda a população); em resumo: degradação da vida cotidiana das camadas mais pobres da cidade;
– o transporte coletivo indecente, indigno e mortífero.  No caso de São Paulo, sabe-se que o programa do metrô previa a entrega de 450 k de vias até 1990; de fato, até 2013, o governo estadual apresenta 90 k. Além disso, a frota de trens metroviários não foi ampliada, está envelhecida e mal conservada; além da insuficiência quantitativa para atender a demanda, há atrasos constantes por quebra de trens e dos instrumentos de controle das operações. O mesmo pode ser dito dos trens da CPTU, que também são de responsabilidade do governo estadual.
No caso do transporte por ônibus, sob responsabilidade municipal, um cartel domina completamente o setor sem prestar contas a ninguém: os ônibus são feitos com carrocerias destinadas a caminhões, portanto, feitos para transportar coisas e não pessoas; as frotas estão envelhecidas e quantitativamente defasadas com relação às necessidades da população, sobretudo as das periferias da cidade; as linhas são extremamente longas porque isso as torna mais lucrativas, de maneira que os passageiros são obrigados a trajetos absurdos, gastando horas para ir ao trabalho, às escolas, aos serviços de saúde e voltar para casa; não há linhas conectando pontos do centro da cidade nem linhas inter-bairros, de maneira que o uso do automóvel individual se torna quase inevitável para trajetos menores.
Em resumo: definidas e orientadas pelos imperativos dos interesses privados, as montadoras de veículos, empreiteiras da construção civil e empresas de transporte coletivo dominam a cidade sem assumir qualquer responsabilidade pública, impondo o que chamo de inferno urbano.
2. As manifestações paulistanas
A tradição de lutas
Recordando: A cidade de São Paulo (como várias das grandes cidades brasileiras) tem uma tradição histórica de revoltas populares contra as péssimas condições do transporte coletivo, isto é, a tradição do quebra-quebra quando, desesperados e enfurecidos, os cidadãos quebram e incendeiam ônibus e trens (à maneira do que faziam os operários no início da Segunda Revolução Industrial, quando usavam os tamancos de madeira – em francês, os sabots – para quebrar as máquinas – donde a palavra francesa sabotage, sabotagem). Entretanto, não foi este o caminho tomado pelas manifestações atuais e valeria a pena indagar por que. Talvez porque, vindo da esquerda, o MPL politiza explicitamente a contestação, em vez de politiza-la simbolicamente, como faz o quebra-quebra.
Recordando: Nas décadas de 1970 a 1990, as organizações de classe (sindicatos, associações, entidades) e os movimentos sociais e populares tiveram um papel político decisivo na implantação da democracia no Brasil pelos seguintes motivos:
1. introdução da idéia de direitos sociais, econômicos e culturais para além dos direitos civis liberais;
2. afirmação da capacidade auto-organizativa da sociedade;
3. introdução da prática da democracia participativa como condição da democracia representativa a ser efetivada pelos partidos políticos. Numa palavra: sindicatos, associações, entidades, movimentos sociais e movimentos populares eram políticos, valorizavam a política, propunham mudanças políticas e rumaram para a criação de partidos políticos como mediadores institucionais de suas demandas.
Isso quase desapareceu da cena histórica como efeito do neoliberalismo, que produziu:
1. fragmentação, terceirização e precarização do trabalho (tanto industrial como de serviços) dispersando a classe trabalhadora, que se vê diante do risco da perda de seus referenciais de identidade e de luta;
2. refluxo dos movimentos sociais e populares e sua substituição pelas ONGs, cuja lógica é distinta daquela que rege os movimentos sociais;
3. surgimento de uma nova classe trabalhadora heterogênea, fragmentada, ainda desorganizada e que por isso ainda não tem suas próprias formas de luta e não se apresenta no espaço público e que por isso mesmo é atraída e devorada por ideologias individualistas como a “teologia da prosperidade” (do pentecostalismo) e a ideologia do “empreendedorismo” (da classe média), que estimulam a competição, o isolamento e o conflito inter-pessoal, quebrando formas anteriores de sociabilidade solidária e de luta coletiva.
Erguendo-se contra os efeitos do inferno urbano, as manifestações guardaram da tradição dos movimentos sociais e populares a organização horizontal, sem distinção hierárquica entre dirigentes e dirigidos. Mas, diversamente dos movimentos sociais e populares,  tiveram uma forma de convocação que as transformou num movimento de massa, com milhares de manifestantes nas ruas.
O pensamento mágico
A convocação foi feita por meio das redes sociais. Apesar da celebração  desse tipo de convocação, que derruba o monopólio dos meios de comunicação de massa, entretanto é preciso mencionar alguns problemas postos pelo uso dessas redes, que possui algumas características que o aproximam dos procedimentos da midia:
a. é indiferenciada: poderia ser para um show da Madonna, para uma maratona esportiva, etc. e calhou ser por causa da tarifa do transporte público;
b. tem a forma de um evento, ou seja, é pontual, sem passado, sem futuro e sem saldo organizativo porque, embora tenha partido de um movimento social (o MPL), à medida que cresceu passou á recusa gradativa da estrutura de um movimento social para se tornar um espetáculo de massa. (Dois exemplos confirmam isso: a ocupação de Wall Street pelos jovens de Nova York e que, antes de se dissolver, se tornou um ponto de atração turística para os que visitavam a cidade; e o caso do Egito, mais triste, pois com o fato das manifestações permanecerem como eventos e não se tornarem uma forma de auto-organização política da sociedade, deram ocasião para que os poderes existentes passassem de uma ditadura para outra);
c. assume gradativamente uma dimensão mágica, cuja origem se encontra na natureza do próprio instrumento tecnológico empregado, pois este opera magicamente, uma vez que os usuários são, exatamente, usuários e, portanto, não possuem o controle técnico e econômico do instrumento que usam – ou seja, deste ponto de vista, encontram-se na mesma situação que os receptores dos meios de comunicação de massa.
A dimensão é mágica porque, assim como basta apertar um botão para tudo aparecer, assim também se acredita que basta querer para fazer acontecer. Ora, além da ausência de controle real sobre o instrumento, a magia repõe um dos recursos mais profundos da sociedade de consumo difundida pelos meios de comunicação, qual seja, a idéia de satisfação imediata do desejo, sem qualquer mediação;
d. a recusa das mediações institucionais indica que estamos diante de uma ação própria da sociedade de massa, portanto,  indiferente à determinação de classe social; ou seja, no caso presente, ao se apresentar como uma ação da juventude, o movimento  assume a aparência de que o  universo dos manifestantes é homogêneo ou de massa, ainda que, efetivamente, seja heterogêneo do ponto de vista econômico, social e político, bastando lembrar que as manifestações das periferias não foram apenas de “juventude” nem de classe média, mas de jovens, adultos, crianças e idosos da classe trabalhadora.
No ponto de chegada, as manifestações introduziram o tema da corrupção política e a recusa dos partidos políticos. Sabemos que o MPL é  constituído por militantes de vários partidos de esquerda e, para assegurar a unidade do movimento, evitou a referência aos partidos de origem.
Por isso foi às ruas sem definir-se como expressão de partidos políticos e, em São Paulo, quando, na comemoração da vitória, os militantes partidários compareceram às ruas foram execrados, espancados, e expulsos como oportunistas – sofreram repressão violenta por parte da massa. Ou seja, alguns manifestantes praticaram sobre outros a violência que condenaram na polícia.
A crítica às instituições políticas não é infundada, mas possui base concreta:
a. no plano conjuntural: o inferno urbano é, efetivamente, responsabilidade dos partidos políticos governantes;
b. no plano estrutural: no Brasil, sociedade autoritária e excludente, os partidos políticos tendem a ser clubes privados de oligarquias locais, que usam o público para seus interesses privados; a qualidade dos legislativos nos três níveis é a mais baixa possível e a corrupção é estrutural; como consequência,  a relação de representação não se concretiza porque vigoram relações de favor, clientela, tutela e cooptação;
c. a crítica ao PT:  de ter abandonado a relação com aquilo que determinou seu nascimento e crescimento, isto é, o campo das lutas sociais auto-organizadas e ter-se transformado numa máquina burocrática e eleitoral (como têm dito e escrito muitos militantes ao longo dos últimos 20 anos).
Isso, porém, embora explique a recusa, não significa que esta tenha sido motivada pela clara compreensão do problema por parte dos manifestantes. De fato, a maioria deles não exprime em suas falas uma análise das causas desse modo de funcionamento dos partidos políticos, qual seja, a estrutura autoritária da sociedade brasileira, de um lado, e, de outro, o sistema político-partidário montado pelos casuímos da ditadura. E
m lugar de lutar por uma reforma política, boa parte dos manifestantes recusa a legitimidade do partido político como instituição republicana e democrática.
Assim, sob este aspecto, apesar do uso das redes sociais e da crítica aos meios de comunicação, a maioria dos manifestantes aderiu à mensagem ideológica difundida anos a fio pelos meios de comunicação de que os partidos são corruptos por essência.
Como se sabe, essa posição dos meios de comunicação tem a finalidade de lhes conferir o monopólio das funções do espaço público, como se não fossem empresas  capitalistas movidas por interesses privados.
Dessa maneira, a recusa dos meios de comunicação e as críticas a eles endereçadas pelos manifestantes não impediram que grande parte deles aderisse à perspectiva da classe média conservadora difundida pela mídia a respeito da ética.
De fato, a maioria dos manifestantes, reproduzindo a linguagem midiática, falou de ética na política (ou seja, a transposição dos valores do espaço privado para o espaço público), quando, na verdade, se trataria de afirmar a ética da política (isto é, valores propriamente públicos), ética que não depende das virtudes morais das pessoas privadas dos políticos e sim da qualidade das instituições públicas enquanto instituições republicanas.
A ética da política, no nosso caso, depende de uma profunda reforma política que crie instituições democráticas republicanas e destrua de uma vez por todas a estrutura deixada pela ditadura, que força os partidos políticos a coalizões absurdas se quiserem governar, coalizões que comprometem o sentido e a finalidade de seus programas e abrem as comportas para a corrupção.
Em lugar da ideologia conservadora e midiática de que, por definição e por essência, a política é corrupta, trata-se de promover uma prática inovadora capaz de criar instituições públicas que impeçam a corrupção, garantam a participação, a representação e o controle dos interesses públicos e dos direitos pelos cidadãos. Numa palavra, uma invenção democrática.
Ora, ao entrar em cena o pensamento mágico, os manifestantes deixam de lado que, até que uma nova forma da política seja criada num futuro distante quando, talvez, a política se realizará sem partidos, por enquanto, numa república democrática (ao contrário de uma ditadura) ninguém governa sem um partido, pois é este que cria e prepara quadros para as funções governamentais para concretização dos objetivos e das metas dos governantes eleitos.
Bastaria que os manifestantes se informassem sobre o governo Collor para entender isso: Collor partiu das mesmas afirmações feitas por uma parte dos manifestantes (partido político é coisa de “marajá” e é corrupto) e se apresentou como um homem sem partido. Resultado: a) não teve quadros para montar o governo, nem diretrizes e metas coerentes e b) deu feição autocrática ao governo, isto é, “o governo sou eu”. Deu no que deu.
Além disso, parte dos manifestantes está adotando a posição ideológica típica da classe média, que aspira por governos sem mediações institucionais e, portanto, ditatoriais. Eis porque surge a afirmação de muitos manifestantes, enrolados na bandeira nacional, de que “meu partido é meu país”, ignorando, talvez, que essa foi uma das afirmações fundamentais do nazismo contra os partidos políticos.
Assim, em lugar de inventar uma nova política, de ir rumo a uma invenção democrática, o pensamento mágico de grande parte dos manifestantes se ergueu contra a política, reduzida à figura da corrupção. Historicamente, sabemos onde isso foi dar.
E por isso não nos devem surpreender, ainda que devam nos alarmar, as imagens de jovens militantes de partidos e movimentos sociais de esquerda espancados e ensangüentados durante a manifestação de comemoração da vitória do MPL.
Já vimos essas imagens na Itália dos anos 1920, na Alemanha dos anos 1930 e no Brasil dos anos 1960-1970.
Conclusão provisória
Do ponto de vista simbólico, as manifestações possuem um sentido importante que contrabalança os problemas aqui mencionados.
Não se trata, como se ouviu dizer nos meios de comunicação, que finalmente os jovens abandonaram a “bolha” do condomínio e do shopping center e decidiram ocupar as ruas (já podemos prever o número de novelas e mini-séries que usarão essa idéia para incrementar o programa High School Brasil, da Rede Globo).
Simbolicamente, malgrado eles próprios e malgrado suas afirmações explícitas contra a política, os manifestantes realizaram um evento político: disseram não ao que aí está, contestando as ações dos poderes executivos municipais, estaduais e federal, assim como as do poder legislativo nos três níveis.
Praticando a tradição do humor corrosivo que percorre as ruas, modificaram o sentido corriqueiro das palavras e do discurso conservador por meio da inversão das significações e da irreverência, indicaram uma nova possibilidade de práxis política, uma brecha para repensar o poder, como escreveu um filósofo político sobre os acontecimentos de maio de 1968 na Europa.
Justamente porque uma nova possibilidade política está aberta, algumas observações merecem ser feitas para que fiquemos alertas aos riscos de apropriação e destruição dessa possibilidade pela direita conservadora e reacionária.
Comecemos por uma obviedade: como as manifestações são de massa (de juventude, como propala a mídia) e não aparecem em sua determinação de classe social, que, entretanto, é clara na composição social das manifestações das periferias paulistanas, é preciso lembrar que uma parte dos manifestantes não vive nas periferias das cidades, não experimenta a violência do cotidiano experimentada pela outra parte dos manifestantes.
Com isso, podemos fazer algumas indagações.
Por exemplo: os jovens manifestantes de classe média que vivem nos condomínios têm idéia de que suas famílias também são responsáveis pelo inferno urbano (o aumento da densidade demográfica dos bairros e a expulsão dos moradores populares para as periferias distantes e carentes)? Os jovens manifestantes de classe média que, no dia em que fizeram 18 anos, ganharam de presente um automóvel (ou estão na expectativa do presente quando completarem essa idade), têm idéia de que também são responsáveis pelo inferno urbano? Não é paradoxal, então, que se ponham a lutar contra aquilo que é resultado de sua própria ação (isto é, de suas famílias), mas atribuindo tudo isso à política corrupta, como é típico da classe média?
Essas indagações não são gratuitas nem expressão de má-vontade a respeito das manifestações de 2013. Elas têm um motivo político e um lastro histórico.
Motivo político: assinalamos anteriormente o risco de apropriação das manifestações rumo ao conservadorismo e ao autoritarismo. Só será possível evitar esse risco se os jovens manifestantes levarem em conta algumas perguntas:
1. estão dispostos a lutar contra as ações que causam o inferno urbano e, portanto, enfrentar pra valer o poder do capital de montadoras, empreiteiras e cartéis de transporte que, como todo sabem não se relacionam  pacificamente (para dizer o mínimo) com demandas sociais?
2. estão dispostos a abandonar a suposição de que a política se faz magicamente sem mediações institucionais?
3. estão dispostos a se engajar na luta pela reforma política, a fim de inventar uma nova política, libertária, democrática, republicana, participativa?
4. estão dispostos a não reduzir sua participação a um evento pontual e efêmero e a não se deixar seduzir pela imagem que deles querem produzir os meios de comunicação?
Lastro histórico: quando Luiza Erundina, partindo das demandas dos movimentos populares e dos compromissos com a justiça social, propôs a Tarifa Zero para o transporte público de São Paulo, ela explicou à sociedade que a tarifa precisava ser subsidiada pela Prefeitura e que ela não faria o subsídio implicar em cortes nos orçamentos de educação, saúde, moradia e assistência social, isto é, dos programas sociais prioritários de seu governo.
Antes de propor a Tarifa Zero, ela aumentou em 500% a frota da CMTC (explicação para os jovens: CMTC era a antiga empresa municipal de transporte) e forçou os empresários privados a renovar sua frota.
Depois disso, em inúmeras audiências públicas, ela apresentou todos os dados e planilhas da CMTC e obrigou os empresários das companhias privadas de transporte coletivo a fazer o mesmo, de maneira que a sociedade ficou plenamente informada quanto aos recursos que seriam necessários para o subsídio.
Ela propôs, então, que o subsídio viesse de uma mudança tributária: o IPTU progressivo, isto é, o imposto predial seria aumentado para os imóveis dos mais ricos, que contribuiriam para o subsídio juntamente com outros recursos da Prefeitura.
Na medida que os mais ricos, como pessoas privadas, têm serviçais domésticos que usam o transporte público, e, como empresários, têm funcionários usuários desse mesmo transporte, uma forma de realizar a transferência de renda, que é base da justiça social, seria exatamente fazer com que uma parte do subsídio viesse do novo IPTU.
Os jovens manifestantes de hoje desconhecem o que se passou: comerciantes fecharam ruas inteiras, empresários ameaçaram lockout das empresas, nos “bairros nobres” foram feitas  manifestações contra o “totalitarismo comunista” da prefeita e os poderosos da cidade “negociaram” com os vereadores a não aprovação do projeto de lei.
A Tarifa Zero não foi implantada. Discutida na forma de democracia participativa, apresentada com lisura e ética política, sem qualquer mancha possível de corrupção, a proposta foi rejeitada.
Esse lastro histórico mostra o limite do pensamento mágico, pois não basta ausência de corrupção, como imaginam os manifestantes, para que tudo aconteça imediatamente da melhor maneira e como se deseja.
Cabe uma última observação: se não levarem em consideração a divisão social das classes, isto é, os conflitos de interesses e de poderes econômico-sociais na sociedade, os manifestantes não compreenderão o campo econômico-político no qual estão se movendo quando imaginam estar agindo fora da política e contra ela.
Entre os vários riscos dessa imaginação, convém lembrar aos manifestantes que se situam à esquerda que, se não tiverem autonomia política e se não a defenderem com muita garra, poderão, no Brasil, colocar água no moinho dos mesmos poderes econômicos e políticos que organizaram grandes manifestações de direita na Venezuela, na Bolívia, no Chile, no Peru, no Uruguai e na Argentina. E a mídia, penhorada, agradecerá pelos altos índices de audiência.


CB - Vítimas da impunidade participam de manifestação na capital paulista - 30062013


Vítimas da impunidade participam de manifestação na capital paulista
 
Durante evento, foram colhidas assinaturas para um documento que será encaminhado ao Senado
Publicação: 30/06/2013 17:20 Atualização: 30/06/2013 17:22
Cerca de 2 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, participaram hoje (30) de uma manifestação pacífica contra a impunidade. Movimentos contra a violência, parentes de vítimas e outros participantes usaram roupas pretas e começaram o ato no Parque do Povo, no Itaim Bibi, zona oeste da capital paulista. Em passeata, foram até o Parque Ibirapuera, onde encerraram o protesto.

Durante o chamado Dia D pelo Fim da Violência e Impunidade foram colhidas assinaturas para um documento que será encaminhado ao Senado e à Câmara dos Deputados. O abaixo-assinado está disponível no site do movimento.

O coordenador da campanha pelo fim da impunidade e pela união das vítimas de violência, Roberto Sekiya, explicou que o principal item da pauta é a mudança do Código Penal, com leis que combatam os crimes contra a vida. “Está ocorrendo agora a reforma do Código Penal e queremos a elevação das penas máximas de 30 para 50 anos, o aumento da pena mínima para o crime de homicídio simples de seis para dez anos, a elevação do tempo para a progressão de pena e a volta do exame criminológico para a concessão de benefícios penais. Hoje se liberta qualquer um sem nenhum critério, queremos que quem não tenha condição não volte à sociedade para cometer os mesmos crimes”, disse.

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Maria Helena dos Santos Sampaio é mãe de Mário, morto no Guarujá em 31 de dezembro de 2012 pelo dono de um restaurante, após reclamar de uma diferença na conta. Ela veio de Campinas para compartilhar a dor da perda de um filho vítima de violência. “O meu grito hoje é: 'Chega de violência'. Precisamos de leis mais duras para os nossos jovens. Não estou falando só para adultos. Eu, como mãe, sou vítima dessa violência e fui condenada. Por que os bandidos não vão ser condenados?”.

Vanderleia Barbosa é irmã de uma vítima de assassinato, há nove meses, no Embu Guaçu, região metropolitana de São Paulo, e está revoltada com a demora nas investigações e por ouvir sempre que o inquérito está correndo em segredo de Justiça. Segundo ela, as informações sobre os assassinos existem, mas os investigadores nada fazem.

Depois de perder o filho de 35 anos, Alex Haush, em um acidente de carro, Maria Luiza se apoiou nas campanhas contra a impunidade para tentar diminuir a dor. De acordo com ela, Alex, que era médico, estava em uma hamburgeria com um colega de trabalho e quando entraram no carro para ir embora, outro veículo chegou no estacionamento e bateu no deles, do lado em que Alex estava, causando morte instantânea. 

“Não há palavra no dicionário que possa expressar essa dor. Se usa imensurável, mas é pouco porque é uma dor que a gente dorme e acorda com ela. Para conseguir sobreviver, estou entrando nas campanhas em busca de tentar melhorar a situação para toda a sociedade. Por isso estamos aqui hoje. É inacreditável que uma pessoa mate outra e seja sentenciada com cinco anos de prestação de serviço”, comentou.

A presidenta da Associação Justiça É o Que se Busca, Sandra Domingues, informou que a organização acompanha 400 casos em todo o país, dando assessoria e apoio aos parentes. “Nosso objetivo é a reforma do Código Penal e a revisão da maioridade penal para que as vítimas não tenham que passar a vida toda implorando por justiça e direito à vida”. Ela destacou que a luta pela impunidade ainda é uma questão à parte da sociedade, pois participam apenas vítimas ou parentes de vítimas. “Infelizmente, as pessoas ainda não lutam por amor, a maioria só se junta a nós pela dor”.
F  
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CB - Censo Demográfico de 2010 mostra mudanças no fluxo migratório regional - 28062013

CB - Censo Demográfico de 2010 mostra mudanças no fluxo migratório regional - 28062013


Censo Demográfico de 2010 mostra mudanças no fluxo migratório regional 

A alteração no fluxo migratório é reflexo da desconcentração industrial das últimas três décadas
 
Agência Brasil
Publicação: 28/06/2013 17:42 Atualização:
Rio de Janeiro – As mudanças no fluxo migratório e na distribuição regional da população brasileira são os destaques do Atlas do Censo Demográfico 2010, publicação lançada nesta sexta-feira (28/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com base nas informações obtidas pelo recenseamento feito há três anos pelo órgão, a publicação mostra o peso que capitais regionais e metrópoles emergentes como Brasília e Goiânia alcançaram como polos de atração migratória no país, em comparação com as duas principais cidades, São Paulo e Rio de Janeiro.

De acordo com a publicação do IBGE, a alteração no fluxo migratório é reflexo da desconcentração industrial das últimas três décadas, que ocorreu principalmente a partir da metrópole paulista e se estendeu a outros núcleos urbanos, alterando a participação do setor no conjunto da economia. Com isto, as capitais regionais passaram a exercer maior poder de atração, mesmo no Nordeste, tradicionalmente uma região de emigração.

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“A geografia dos fluxos está estreitamente associada às mudanças no mercado de trabalho”, diz o estudo, que também ressalta a mudança nas características das migrações internas. “O migrante com maior escolaridade amplia suas possibilidades de deslocamento e opções profissionais. O que predomina hoje são fluxos mais diversificados e não aqueles onde predominam excedentes populacionais com baixa qualificação”.

No que se refere à distribuição regional da população, o Atlas do Censo Demográfico 2010 mostra que as regiões Sudeste, Nordeste e Sul continuam a apresentar os maiores percentuais da população total, respectivamente 42,13%, 27,83% e 14,36%. No entanto, o Norte e o Centro-Oeste apresentam as maiores taxas de crescimento populacional, na comparação com os dois censos anteriores (1991 e 2000).

Com um total de 268 mapas, a publicação aborda, em sua versão impressa, as várias dimensões que compõem a dinâmica e o perfil demográfico da população brasileira, com ênfase nas diferenças regionais e locais. Traz ainda dados relativos às condições de habitação, ao perfil social e econômico da população e à diversidade cultural. A versão digital pode ser acessada pelo link http://censo2010.ibge.gov.br/apps/atlas/.


Rede Samambaia GDF e Conselho Segurança Samambaia promovem diálogo nas escolas


GDF e Conselho Segurança Samambaia promovem diálogo nas escolas
Repórter: Élton Skartazini
A escola é o ambienta adequado para a construção da civilização. A violência e a selvageria, das quais a sociedade é refém e vítima, são contrárias à civilização. “Por isso o GDF e o Conselho de Segurança de Samambaia vêm às escolas dialogarem com a comunidade, em busca de caminhos favoráveis à paz, à cidadania, á civilização. A segurança pública é uma das maiores preocupações hoje em nossa cidade”, disse Maria da Guia, presidente do conselho.
“As forças policiais e o governo não conseguem erradicar a criminalidade sem o envolvimento da comunidade. Famílias, alunos, professores, todos devem se mobilizar pelo desarmamento, pela segurança, pela cultura da paz. Queremos que a população do Distrito Federal tenha na Polícia Militar uma grande aliada nessa caminhada”, disseram o tenente coronel Giuliano de Oliveira, comandante do 11º BPM, e o major Aurio Sérgio, subsecretário de programas comunitários da PMDF.
Contrário ao que deveria ser, hoje as escolas sofrem com a violência, dentro e fora dos muros, onde há brigas, assaltos, tráfico de drogas e porte de armas. “Solicitei ao comandante da Polícia Militar reforço do policiamento na saída e entrada das aulas, para dar mais segurança aos alunos e professores. O Governo Agnelo Queiroz investe em programas como o Picasso Não Pichava, Esporte à Meia Noite e Teatro Pátria Amada, para elevar a cultura da paz nas escolas e na sociedade em geral”, informa o administrador Risomar Carvalho.
Mais informações: (61) 3359.9317 e www.samambaia.df.gov.br


eportagem da União Planetária sobre o I Seminário realizado na UCB -

Repassamos o vídeo produzido pela reportagem da União Planetária sobre o I Seminário realizado na UCB - Taguatinga, quanto aos Objetivos do Milênio no distrito Federal
 
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Abraço a todos/as

Mando a reportagem que a TV Supren fez sobre ODM na Universidade Católica de Brasília. 




A TV SUPREN está 24 horas no ar no canal 2 da NET em Brasília e no site: www.tvsupren.com.brz


Manifestação em Massa Protestos em várias cidades marcam o 17 de junho de 2013 brasileiro


17/06/13 
Manifestação em Massa
Protestos em várias cidades marcam o 17 de junho de 2013 brasileiro
Milhares de pessoas foram para as ruas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Maceió, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Belém e Belo Horizonte. Houve início de confronto em algumas manifestações. Clima mais tenso foi registrado no RJ, Porto Alegre e Belo Horizonte. Protestos também foram realizados em Dublin, NY, Berlin e Montreal
Reprodução/Facebook: jornalista Bruno Astuto, colunista Época
Ketllyn Fernandes
Depois do protesto da última quinta-feira (13/6) em São Paulo, que deixou marcas definitivas na forma de encarar a manifestação popular frente à atual realidade brasileira, era de se esperar que as próximas manifestações teriam adesão maciça da sociedade. E as redes sociais, desde o início desse processo, têm sido fundamentais para a nova postura dos brasileiros diante do que os desagrada.

O Brasil, desde o final da tarde desta segunda-feira (17), voltou o olhar para os protestos realizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador e Belo Horizonte, dentre outras cidades.

Mais manifestações estão agendadas para quinta-feira (20) Brasil afora, inclusive em Goiânia. Será o sexto protesto goiano. Desde a semana passada a população tem sido mobilizada, principalmente pelo Facebook. Cerca de 40 mil pessoas já confirmaram presença no protesto, a ser realizado na Praça do Trabalhador a partir das 17h. Outros 8.035 responderam que talvez participem.

As principais ruas das cidades que tiveram protestos hoje foram tomadas por brasileiros, em sua maioria jovens, que gritavam palavras de ordem pedindo paz, democracia e respeito com o dinheiro público. Os protestos foram acompanhados em tempo real pelos principais canais de notícia, com cobertura especial da TV fechada. Há registro de manifestações em apoio ao Brasil também em Dublin (Irlanda), New York (EUA), Berlin (Alemanha) e Montreal (Canadá).
O país vivencia, quase três anos depois, os reflexos da Primavera Árabe, iniciada em dezembro de 2010 na Tunísia. As manifestações de hoje perpassam pelo transporte público, corrupção e irresponsabilidade com o uso do dinheiro público, sobretudo com as obras da Copa do Brasil e o descaso com a saúde e a educação.

São Paulo

Na capital paulista estima-se que aproximadamente 60 mil pessoas participaram da manifestação organizada pelo Facebook pela Frente pelo Passe Livre contra o reajuste de R$ 20 na tarifa do transporte coletivo. A multidão, que seguiu pacificamente, chegou à Avenida Paulista por volta das 19h30. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que o uso de balas de borracha está proibido para conter manifestações públicas e que as mesmas não serão barradas de escolherem o trajeto a ser seguido. Num cenário bem diferente daquele da semana passada, um grupo de policiais baixou as armas, sentou no chão com os manifestantes e todos bateram palma.
Rio de Janeiro – Alerj depredada / explosão de carro / policiais e civis feridos
Com flores nas mãos em sua maioria, cerca de 100 mil pessoas saíram da Candelária pela Avenida Rio Branco em direção à Cinelândia. Pouco antes das 20h milhares de manifestantes se concentraram em frente à Assembleia Legislativa, onde o clima ficou tenso entre manifestantes e policiais. Depois de muita confusão alguns manifestantes começaram a jogar pedras na Casa Legislativa do Rio.  Um carro foi incendiado e explodiu. Após muita resistência da PM os manifestantes conseguiram tomar conta da Alerj. Há informações de que 20 policiais ficaram feridos e 25 manifestantes foram detidos.
Manifestantes atearam fogo no meio da rua em frente à Alerj e os policiais apagaram as chamas com extintor de incêndio. Num momento de forte tensão foram usadas bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Policiais militares foram destacados para proteger prédios públicos, principalmente contra possíveis pichações. Militares foram encurralados pelos manifestantes dentro da Assembleia Legislativa na tentativa de impedir a entrada no local.





Manifestação em Massa Protestos em várias cidades marcam o 17 de junho de 2013 brasileiro



Distrito Federal  --- manifestantes invadem cobertura do Congresso Nacional

Na capital federal, apesar do esquema de segurança organizado pela Polícia Militar, protestantes subiram na cobertura do Congresso Nacional, onde se aglomeraram com cartazes e tochas. Num ato simbólico, os manifestantes macharam em frente às Casa Legislativas. Depois de negociação com a polícia eles decidiram deixar o local por volta das 19h45, mas cercam a Câmara e o Senado. Uma cerca tentou impedir que os manifestantes tivessem acesso ao Palácio do Planalto. A presidência da Câmara dos Deputados pediu reforço policial.




Minas Gerais --  truculência entre policiais e manifestantes

Belo Horizonte teve princípio de repressão policial e algumas prisões. Cerca de 35 mil participaram do protesto, iniciado por volta do meio-dia. No período da noite os manifestantes seguiram para o Estádio do Mineirão. Duas pessoas, um rapaz de 19 anos e uma mulher que carregava uma criança caíram de um viaduto. A informação foi publicada pelo Portal Terra e, segundo o site de notícias, eles foram levados para o hospital.

Decisão da Justiça mineira tomada na semana passada proibiu manifestações públicas em dia de jogo da Copa das Confederações, ordem ignorada pela população, que foi às ruas justamente para manifestar indignação pela determinação.
Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, onde cerca de 3 mil pessoas estão nas ruas, registrou depredações e a queima de um ônibus. O Batalhão de Choque da PM e a Cavalaria acompanharam o protesto. Muitos manifestantes abandonaram a manifestação com o início de confusão. Um grupo insistiu em depedrar um ônibus e atirar pedras nos policiais. A polícia usou bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo.
F
 

VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente

VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente


Seguindo as orientações da Comissão Organizadora Distrital da IV CNIJMA, encaminho abaixo breve texto explicativo sobre a nossa Conferência para que a Sra.(Sr.) possam divulgar em sites e nos demais meios de comunicações que tenham acesso. Anexo envio documentos para subsidiar os textos publicitários e jornalísticos que venham a ser produzidos para publicidade desta ação:
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A IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente  - IV CNIJMA é uma ação do MEC e será realizada pelas Secretarias de Educação dos estados. Tem como objetivo pedagógico fortalecer a cidadania ambiental nas escolas e comunidades a partir de uma educação crítica, participativa, democrática e transformadora. Ela se caracteriza como um processo dinâmico de encontros e diálogos, para debater temas propostos, deliberar coletivamente e escolher os representantes que levarão as ideias consensuadas para as etapas sucessivas.
No encontro nacional, serão 700 jovens de todo o Brasil, das redes públicas e privadas, debatendo sobre as escolas sustentáveis que estão construindo, Brasília será representada por 18 Delegadas(os), 04 Projetos de Escolas Sustentáveis, 04 Professores (oriundos das escolas em que os projetos representarem Brasília na etapa nacional). Em 2013, o Programa Dinheiro Direto na Escola - PDDE/MEC, destinou R$100 milhões para as escolas materializarem seus projetos, em 2014 e 2015 teremos mais. Em breve, a UnB estará oferecendo cursos à Distância (extensão, aperfeiçoamento e especialização) em Escolas Sustentáveis, para os profissionais da educação.

Assim, a SEDF / SUBEB / Coordenação de Educação em Direitos Humanos, por meio do Núcleo de Educação Ambiental, busca envolver estudantes, professores, servidores, responsáveis e comunidade no enfrentamento do desafio de construirmos juntos uma sociedade brasileira sustentável. Maiores informações pelo telefone: 3901.4427, na Coordenação Regional de Ensino da sua Região Administrativa e nos sites: http://conferenciainfanto.mec.gov.br/index.php e http://www.se.df.gov.br/?page_id=12335.
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Assim sendo, seria muito interessante que as(os) Sra.(Sr.) fizessem uma chamada para que todas as escolas, urbanas e rurais/do campo, públicas e privadas, que tenham pelo menos uma turma dos anos finais, ensino fundamental, busquem participar da ação. Para tal, devem buscar maiores informações nas Coordenações Regionais de Ensino.
Favor nos encaminhar os links e informações acerca dos meio de comunicação que disponibilizarem a publicidade da IV CNIJMA para divulgação na rede de ensino do DF.

Coletivo Jovem de Meio Ambiente do DF
Subsecretaria de Educação Básica / SEEDF
Núcleo de Educação Ambiental / SEEDF
Coordenação de Educação em Diversidade / SEEDF
Núcleo de Educação do Campo / SEEDF
Coordenação de Educação Integral / SEEDF
Coordenação de Ensino Fundamental / SEEDF
Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação / SEEDF
Escola da Natureza/ CRE PP-C /SEEDF
Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF - SEMARH
Instituto Brasília Ambiental – IBRAM
Secretaria de Governo do Distrito Federal - SEGOV
Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal - SINEPE
Sindicato dos Professores no Distrito Federal - SINPRO
Associação Amigos das Florestas - AAF
Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ambiental
Central Única das Favelas – CUFA
Agenda 21 de Taguatinga
ONG Super Nova